Me gusta ser tu esclavo..
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Me gusta ser tu esclavo
El excipiente y el dulcificante
Una cierta atracción aliviada
después de un dia más
estrecho y solo...
Me gusta ser tu esclavo
Cuando me clavas las uñas
en el cuellocansado de servite a ti
y si grito és porquesé que te gusta
sentir que éresreina en la tierra
esa que mehace besar cuando
azotasme esposado en tu cama
Y cuando enfin me dejas
saciada y mas que atendida
sueltas un beso atado
en el muellede nuestra pasión
que me acoge como un barco de esclavos
encallado enese remanso de rio que éres
TÚ…
sexta-feira, 13 de abril de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
O Elogio da Caca
Apanhado na contramão dos dias
Preso no emaranhado das horas
Atormenta-me o cheiro fétido
Dos magnânimos dislates
O fumegar das fezes
Que num simulacro de vida
Me sucumbem no ridículo, atol
De podridão naturalmente... humana
Como te eivo, Caca, na sóbria pureza
Do teu desbragado estilo, majestosa pose
Quando te lanças serena e pura, quando te espraias
No pasto e deixas tua sábia marca na pisada displicente
Dos homens tomados de escárnio, dos amantes desenfiados
Caca no teu máximo esplendor quando te lanças sebenta e viva
Nas sábias bocas de uns certos homens delfins últimos da desgraça.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Sublimes perfumes...
Sublimes perfumes
De cada vez
Que releio a mesma frase
De cada instante
Que se instala nas palavras tuas
Sobrenatural floresce
Um verso
Agora mil
Mais e muito mais
Aos quais me prendo
E logo parto
Voando
Aspirando fascinado
Os sublimes perfumes
Dos jardins que geras
Tal qual no fim
Do sonho
No desfecho lógico
Da poesia
Por momentos julgo
Ainda
Poder sentir
Quando ergo e agito
Por sobre raiva e desespero
Estas folhas mudas
Subitamente secas
Que esgotei na avidez
Da tua imagem
Num febril desejo
Modelei a ausência tua
Numa lágrima triste
Consternada
E minha...
De cada vez
Que releio a mesma frase
De cada instante
Que se instala nas palavras tuas
Sobrenatural floresce
Um verso
Agora mil
Mais e muito mais
Aos quais me prendo
E logo parto
Voando
Aspirando fascinado
Os sublimes perfumes
Dos jardins que geras
Tal qual no fim
Do sonho
No desfecho lógico
Da poesia
Por momentos julgo
Ainda
Poder sentir
Quando ergo e agito
Por sobre raiva e desespero
Estas folhas mudas
Subitamente secas
Que esgotei na avidez
Da tua imagem
Num febril desejo
Modelei a ausência tua
Numa lágrima triste
Consternada
E minha...
sábado, 22 de janeiro de 2011
Para acabar de vez com o português...
Para acabar de vez com o Português:
Infiltração lingual ou anestesia pelo dislate?
Passando por este cantinho ainda á beira-mar plantado, “undercover agent “Santinho do CIE (Corpo de Intervenção do Enferno) para reportar ao Diabo. “Alô, alô, cara, daqui Zézé reportando Portugal, tu me escuta?” ”Legalzinho, cara, vai nessa que é bom á Beça!” E pronto, aqui vai o agente infiltrado para vistoriar o cumprimento do Tratado da Língua de Vaca, leia-se o novo acordo ortográfico. Ele há coisas que nem lembram ao mafarrico Pois é, já mandamos os nossos filhos nascer em Espanha, já tratamos de erradicar a castanha assada, o medronho e a bola de Berlim por isso agora só falta mesmo deixar fugir o pastel de Belém por incompatibilidades com S.Bento … para a Venezuela, como contrapartida á compra de mais uns quantos lotes de Magas. E depois importamo-los embalados em vácuo, para parecerem mais modernos e higiénicos. Logo, e não é seguro, vamos também substituir já o café e o bolo da manhã por caipirinha e quindim. De yaya. Ah, e como nunca agradecemos ao mestre Mourinho o insuflamento do ego nacional quando ele se expressa comme il faut, (a verdade é que nem todos se sujeitam ao gáudio colectivo discursando alegremente num qualquer dialecto técnico) taxemos doravante (pode ser com retroactivos?) o Cr7 por cada “penso que…” e temos o défice resolvido em seis meses. Com um superavit superior à Alemanha. O nosso pequeno mundo enlouqueceu de vez, a tal ponto que o nosso espião foi encontrado esventrado num beco, com um exemplar dos Lusíadas (fotocopiado) no bolso e a autópsia revelou que tinha sido violado por um eunuco.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A perda da identidade, o estiolar da raça
Interessante estudo que se poderia propôr a alguém dedicado á sociologia e á evolução da espécie.
De que maneira tão estranha e mórbida os nosos jovens apostam na sua própria destruição,na erradicação dos hábitos dos seus parentes para se entregarem alegremente aos (des) gostos da fast-food e das absurdas dietas á americana. Senão vejamos: quantos indianos conhecem com problemas de obesidade? Eu não conheço nenhum.E quem são os recordistas de longevidade? Os indianos,pois claro a par dos chineses. Sim,eles protegem-se e não se entregam de bandeja aos ocidentais hábitos.Conhecem algum chinês gordo e que use óculos? Pois eu não conheço e é muito raro ver algum.Aliás,já repararam que nunca se ouve falar de enterros de chineses? Bem, que eles morrem,morrem,claro que não devem ficar cá para semente; mas que leva tempo,lá isso leva.E os negros?Conhecem algum com dentes amarelos ou com dentadura postiça? Pois eu...também não.É que eles usualmente mastigam aquela raíz milagrosa que deixa aquelas bocas radiosas e com todos os requisitos de "movie star"... sem gastarem um tusto! E pretos carecas,costumam ver muitos por aí?Pois eu sinceramente,tou com dificuldade também para descobrir algum.
Pois é isso mesmo: que tal começarmos a prestar atenção ás raças que usualmente deixamos para as nossas anedotas de mau gosto?A verdade é que eles preservam-se e nós não.Oferecemo-nos de nariz empinado ao jugo das multi nacionais e dos seus bem urdidos métodos de sabotagem da raça.
Cuidem-se muito,amigos.E que os nossos filhos sejam a bandeira que nos leve á vitória da inteligência sobre a estupidez.
beijinhos!
JG
De que maneira tão estranha e mórbida os nosos jovens apostam na sua própria destruição,na erradicação dos hábitos dos seus parentes para se entregarem alegremente aos (des) gostos da fast-food e das absurdas dietas á americana. Senão vejamos: quantos indianos conhecem com problemas de obesidade? Eu não conheço nenhum.E quem são os recordistas de longevidade? Os indianos,pois claro a par dos chineses. Sim,eles protegem-se e não se entregam de bandeja aos ocidentais hábitos.Conhecem algum chinês gordo e que use óculos? Pois eu não conheço e é muito raro ver algum.Aliás,já repararam que nunca se ouve falar de enterros de chineses? Bem, que eles morrem,morrem,claro que não devem ficar cá para semente; mas que leva tempo,lá isso leva.E os negros?Conhecem algum com dentes amarelos ou com dentadura postiça? Pois eu...também não.É que eles usualmente mastigam aquela raíz milagrosa que deixa aquelas bocas radiosas e com todos os requisitos de "movie star"... sem gastarem um tusto! E pretos carecas,costumam ver muitos por aí?Pois eu sinceramente,tou com dificuldade também para descobrir algum.
Pois é isso mesmo: que tal começarmos a prestar atenção ás raças que usualmente deixamos para as nossas anedotas de mau gosto?A verdade é que eles preservam-se e nós não.Oferecemo-nos de nariz empinado ao jugo das multi nacionais e dos seus bem urdidos métodos de sabotagem da raça.
Cuidem-se muito,amigos.E que os nossos filhos sejam a bandeira que nos leve á vitória da inteligência sobre a estupidez.
beijinhos!
JG
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Ode à mão
Ode à mão
Minha mão
Serviçal amiga
Minha mão
Mais que sofrida
Mão de prata desnuda
Palmilhando sem descanso
Ubíquos caminhos de sonho
Complexas filigranas de vida
Quis as tuas mãos de fada
Entre as minhas mãos de neve
Desafiando os sortilégios do vento
Na carícia de um toque, o pensamento
Sucumbia ébrio no mágico roçar das nossas peles
Mãos atadas
Mãos amigas
Mãos de ferro
Mãos de úbere
Como te fazem medida
Almofariz, balança, pilão
Extremidade animal
Estiolados jasmins
Sob uma espessa
Camada de cal
Descansa agora mão batente
Suspensa enfim na porta da vida
Como beijo consumado em pecado
Derradeiro desejo, ardente ensejo
A minha na tua, entrelaçadas
Num fino laço de sangue
Telúrico, tácito caminho
Consubstanciando assim
A última das catarses
Da minha paixão
A tua mão…
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